Segundo o betevé, membros da Coordinadora del moviment popular del Guinardó, conhecida como L'Analògica, abriram os portões de acesso nas estações de metrô Maragall e Horta para protestar contra o aumento dos custos do transporte público.

O que aconteceu nas estações

Os manifestantes colocaram fita isolante nos portões de controle de acesso para que permanecessem abertos e penduraram cartazes divulgando a greve geral. Segundo a reportagem, a ação faz parte da greve convocada para 11 de novembro.

TMB informou ao betevé que alguns usuários haviam lacrado os validadores para que não pudessem fechar. Os agentes das estações removeram o bloqueio rapidamente, segundo as mesmas fontes.

A mensagem dos ativistas

A L'Analògica divulgou o protesto nas redes sociais, argumentando que viver em Barcelona ficou muito caro. O grupo afirma que o transporte público da cidade subiu 15% nos últimos três anos. Ele também contrapõe isso ao que descreve como lucros recordes de multinacionais e bancos, enquanto os salários não aumentaram. Aluguéis e custos de moradia continuam subindo, segundo a descrição do grupo.

Esses números e afirmações vêm dos ativistas. A reportagem não inclui verificação independente do aumento de 15%.

Impacto para os passageiros

A reportagem não descreve nenhuma mudança nos horários ou no serviço da rede do Metrô de Barcelona além dos pontos de acesso em Maragall e Horta. Em uma publicação nas redes sociais, os ativistas disseram que o acesso nessas duas estações foi gratuito no dia da ação. A reportagem não informa por quanto tempo os portões ficaram abertos.

O protesto está ligado à convocação de greve geral para 11 de novembro, para a qual os ativistas pediram adesão da população.