Segundo La Nación, o transporte público na Cidade de Buenos Aires ficará mais caro a partir de domingo, 1º de novembro. As tarifas dos ônibus da cidade, do Metrô de Buenos Aires (subte) e dos pedágios das rodovias da cidade subirão 3,9%.

Novas tarifas do subte

O bilhete padrão do subte passa de $1817 para $1887,86 por viagem para passageiros com cartão SUBE registrado. Passageiros sem cartão SUBE registrado pagarão $2624,03.

A fonte também informa que o Premetro recebe o mesmo reajuste percentual. Uma viagem nele custará $660,75 em novembro, ou até $918,44 para passageiros sem cartão SUBE registrado.

Descontos para usuários frequentes

O subte mantém seu esquema de descontos com base no número de viagens feitas durante o mês:

  • Viagens 1 a 20: tarifa integral.
  • Viagens 21 a 30: desconto de 20%.
  • Viagens 31 a 40: desconto de 30%.
  • A partir da viagem 41: desconto de 40%.

De acordo com a reportagem, os benefícios para aposentados e pensionistas, pessoas com deficiência, receptores de transplante e estudantes continuam em vigor.

Como funciona o reajuste mensal

O governo da Cidade de Buenos Aires e os governos provinciais aplicam uma fórmula mensal que soma dois pontos percentuais à inflação medida pelo Indec. O dado mais recente disponível, o índice de preços ao consumidor de setembro, de 1,9%, produz o reajuste de 3,9% para novembro.

Outras tarifas

A tarifa mínima do ônibus urbano sobe de $920,48 para $956,38 para cartões SUBE registrados. O aumento abrange as 27 linhas de ônibus sob jurisdição da cidade. Os pedágios nas rodovias 25 de Mayo e Perito Moreno serão de $7049,78, e na rodovia Illia, de $2930,85 para veículos leves nos horários de pico.

As linhas de ônibus provinciais também sobem, com tarifa mínima de $1262,48 para viagens de até três quilômetros. As linhas de jurisdição nacional mantêm sua tarifa mínima em $742,81 por enquanto. As tarifas de trem na Região Metropolitana de Buenos Aires não têm alterações e custam entre $450 e $790, dependendo do trecho percorrido.